Sensores nos equipamentos críticos
Instalamos sensores e conectamos as redes que o barco já tem: motores e geradores (J1939), instrumentação NMEA 2000, bombas, baterias, tanques e porão por entradas físicas.

Arquitetura pensada para o mar: link satelital intermitente, dados caros e alarmes que não podem esperar.



Instalamos sensores e conectamos as redes que o barco já tem: motores e geradores (J1939), instrumentação NMEA 2000, bombas, baterias, tanques e porão por entradas físicas.
Um computador de borda naval filtra e armazena tudo localmente. Se o link cair, nada se perde. Alarmes críticos disparam ali mesmo — relé e sirene.
Decodificação, análise e histórico: geofencing, ciclo de trabalho de bombas, tendências de bateria e temperatura, regras de alarme por embarcação.
Tempo real no painel web, push crítico no aplicativo e API para integrar com os seus sistemas.
Wi-Fi da marina, 4G na costa ou Starlink em alto-mar: o gateway usa o link disponível. Por projeto, só o barco inicia a conexão, cifrada de ponta a ponta (MQTT sobre TLS) — por isso funciona até atrás de CGNAT (operadora ou satélite), onde a nuvem jamais conseguiria "achar" o barco. E se ficar sem internet, o alarme crítico continua disparando a bordo.
Porão alagando não pode depender de link. O gateway dispara relé e sirene a bordo instantaneamente; quando a conexão volta, a nuvem completa com push, histórico e análise.
A plataforma não se casa com um hardware nem com um tipo de entrada. Barramentos CAN, serial náutico, protocolos industriais, I/O físico e agregadores — tudo entra.
O gateway é hardware industrial intercambiável. O contrato entre o barco e a nuvem é o dado — não a marca do equipamento.
Projeto por embarcação: levantamento dos equipamentos, kit dimensionado, instalação limpa com isolação galvânica e caixa estanque, comissionamento com teste de ponta a ponta.
